
Um ano de mudança, de ver a vida com outros olhos, alcançar sonhos, viver mais intensamente, aprender a ser feliz e a contar os dias de maneira unica.
Foram tempos maus, escuros, chuvosos, descritos com lagrimas, uma doce tristeza, e uma enorme e magoada magoa, era como se o tempo tivesse cravado aqui as garras, como se vivessemos aquele dia como ele fora na realidade, de pouco Sol, e nevoa.
Depois, temi o pior, aconteceu o pior, vi o pior, vi sonhow destruidos, um amor acabado, uma alma vencida, e um futuro incerto. Foram horas a chorar, eu, uma pessoa sozinha naquele quarto cavernoso, temia as recordações de antes daquele dia, em papeis velhos, fotografias, e momentos recordados cá dentro no meu coração, vi-as, reli-as, e nunca dei tanta estima e uma fotografia ou a uma simples folha de papel, lembrava os bonitos tempos passados em cafés, na rua, aqui em casa, uma casa antes cheia, janelas abertas, pessoas a conversar,gritos alegres, suaves mergulhos na piscina, rebolanços na relva verde, os cães a brincarem,e agora no mesmo sitio na mesma casa apenas percorria os fantasmas de outrora, as conversas acabaram e as janelas e as portas da casa e ate as da minha vida naqueles tempos se fecharam todas, a relva secou, os caes pararam, a piscina esvaziou.
Andava pela casa como um morto-vivo. Passava inumeras divisões e cada uma dela tinha uma historia tão doce, como a brisa de Verão pela tarde.
Dias de solidão, cansei-me de viver e ate de morrer, já nada fazia sentido, nem sabia o que haveria de fazer, apenas ouvi "A unica coisa que cura agora é o tempo", e na realidade foi, porque neste momento olho para o passado com uma lagrima e seco-a do rosto, nao quero o mesmo para mim, nem o desejo a ninguem, e penso, penso nao apenas com a cabeça mas sim tambem com o coração que o Elixir da Vida existe mesmo, somos nós é, simplesmente cada um.
Foram tempos maus, escuros, chuvosos, descritos com lagrimas, uma doce tristeza, e uma enorme e magoada magoa, era como se o tempo tivesse cravado aqui as garras, como se vivessemos aquele dia como ele fora na realidade, de pouco Sol, e nevoa.
Depois, temi o pior, aconteceu o pior, vi o pior, vi sonhow destruidos, um amor acabado, uma alma vencida, e um futuro incerto. Foram horas a chorar, eu, uma pessoa sozinha naquele quarto cavernoso, temia as recordações de antes daquele dia, em papeis velhos, fotografias, e momentos recordados cá dentro no meu coração, vi-as, reli-as, e nunca dei tanta estima e uma fotografia ou a uma simples folha de papel, lembrava os bonitos tempos passados em cafés, na rua, aqui em casa, uma casa antes cheia, janelas abertas, pessoas a conversar,gritos alegres, suaves mergulhos na piscina, rebolanços na relva verde, os cães a brincarem,e agora no mesmo sitio na mesma casa apenas percorria os fantasmas de outrora, as conversas acabaram e as janelas e as portas da casa e ate as da minha vida naqueles tempos se fecharam todas, a relva secou, os caes pararam, a piscina esvaziou.
Andava pela casa como um morto-vivo. Passava inumeras divisões e cada uma dela tinha uma historia tão doce, como a brisa de Verão pela tarde.
Dias de solidão, cansei-me de viver e ate de morrer, já nada fazia sentido, nem sabia o que haveria de fazer, apenas ouvi "A unica coisa que cura agora é o tempo", e na realidade foi, porque neste momento olho para o passado com uma lagrima e seco-a do rosto, nao quero o mesmo para mim, nem o desejo a ninguem, e penso, penso nao apenas com a cabeça mas sim tambem com o coração que o Elixir da Vida existe mesmo, somos nós é, simplesmente cada um.

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