Mata-me.
E com os meus dentes empedra a estrada da tua vida
Mata-me.
E com os meus ossos fabrica a areia para susteres o teu pavimento.
Mata-me.
Porque com o meu olhar vais escoar a agua da chuva que tanto vai bater pelas pedras।
Mata-me.
O meu sangue vai correr pelas fisuras da Rua
Mata-me.
Com os meus musculos vergados de sangue pingando os teus sapatos carrega a minha morte
E morri pelo mal que pensava
E morri pelo mal que desejava
E morri pelo mal que não tardava

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