
Acredito fielmente que só sabemos amar quando estamos sozinhos, quando nos falta alguém ao lado na cama, quando à mesa estamos apenas nós e mais o nosso pensamento, no carro, nas noites frias de Inverno enquanto tentamos esquecer o frio, o vento e a chuva que lá fora cai, ou nos Verões em que olhando para o céu nos refrescamos da sede do fervor-amor-obssesivo, não obssesão, porque é fortemente feio de dizer, a falta que se faz sentir quando tentamos enlaçar a mão e não existe quem o faça, a emergencia de amar e ser amado, porque sem o amor tudo é um bonito pesadelo rebuscado de cupidos e vermelhos corações de papel, de grous e flores falsas.

Sem comentários:
Enviar um comentário