outubro 18, 2009


Paixão pelas origens, que o conduziam até á casa, onde tempos antes tinha estado. Oh! Que bela casa, aquela casa, onde tantas vezes brincou nas lajes do chão á frente da porta principal, ou quando ás janelas da cozinha ia espreitar o jantar onde o seu cheiro espandia-se por toda a casa, era a casa, a casa dele, ou melhor que um dia foi dele, para ele, é um cabo da boa-esperança, é magia , é uma máscara grega, ou mesmo uma escuna.
É concreta e defenida como outra coisa qualquer, como o banco de pedra ou se sentava e descansava, e por horas e horas olhava a paisagem, era um nada cheio de tudo.
Árvores.Flores.Terra.Luz.Paz. Perpétuo á casa.
 E quanto aos outros, eles não sabem nada, não é arco em ogiva, ou vitral, nem mesmo grafonola sem disco, ou quadro sem cor.
 E quanto aos outros, eles não sabem, nem pensam, nem sonham.


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