novembro 04, 2009

"Eu não vou falar.
Eu não vou ralhar.
Eu não vou discutir.
Estes dias...
Estas duas ultimas noites...
Não me tires o sorriso, deixa-me estar, se morri para ti, e tu morreste para mim, como se julga, eu já gastei as palavras. Eu não consigo lidar contigo. Tu não consegues lidar comigo, mas por favor, em tais bebedeiras de azul, o escuro volta, e volta e volta.
Sabes porque? Eu sempre te disse que a luz vencia a escuridão, porque ateimas do contrário? Sabes que ás vezes sou como o Vento, a conversa acabou, os temas acabaram, já ninguem é nada, já nem sei quem baixou os braços, se o teu, se o meu lado. E tu tanto sabes que eu detesto certas coisas, no enigma está a arte, e a historia é feita pelos vencedores, mas para que guerrilhar? Já nem há palavras, já nem há sensações, morremos todos, e foi por cadeia, o degredo, e ontem, eu não te pude ajuda,r secalhar porque até o Vento ás vezes precisa de uma mão para o agarrar."

-não quero resposta a isto.

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