dezembro 05, 2009


O cheiro que se alastrava pela casa era incontornável, um travo de hortelã pimenta com manjericão, que estranho, parece que alguém estava ali.
Tudo o que eu fazia, era como se me lembra-se de ti.
Tudo o que eu sentia, provinha de ti.
Já lá vão quatro anos de umas, e três anos de outras coisas, que especie.
Procura-te em mim, e eu procuro-me em ti.
Mas...
Eu não te consigo encontrar.
Sabes porque?
Porque partiste, mas não me avisas-te.
Promete. Sorri se eu aqui não estiver.
Adeus, Adeus, Adeus.

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