janeiro 28, 2010



Nos dias que correm...
Falam de democracia, de ditadura, os rapa-rapa, do Salazar, no PCP, nos Comunas, no PS, na absurdez.
Assembleia da Republica, lugar de requinte, tradição, sossego, "honestidade", trabalho, arduo trabalho, é todo um circulo de coisas boas projectadas num bonito edificio, que por lá algures ciranda um quadro com o Almeida Garrett e o Alexandre Herculano, enfim, quadros.
 Mas as pessoas que por lá deambulam sim porque não andam, deambulam tipo Mortos-Vivos que adoram exibir o seu fatinho, ou o seu vestido comprado com o NOSSO dinheiro, e ainda se dão ao luxo de ter nomes ridiculos, tipo Rato ou deveria ser Rata?
A nivel de queixas, a segurança, de uma má educação, de uma dureza, de uma ditadura, e de uma horripileza de focinho que  podiam não falar que só mostrando a cara nós andavamos ali direitinhos. Primeiro acham-se os melhores, para deixar alguém ir á casa de banho é com elaborados trajectos, champagne, carpete vermelha, para um cidadão comum passar, brincadeirinha.  São rudes, quase que querem ir com uma peninha ao orgão da pessoa para fazer as necessidades mais depressa, e claro qualquer pessoa tem ar de bombista, que nos seus oculos de sol pousam nas astes um gás pimenta de capacidade de cegar qualquer um. Como as pessoas qie vão á assembleia costumas lá fazer vida de café, beber um chá e tal, e ás vezes dormem lá, claro que se sabe onde é as casas de banho. Mas o pior é quando não sabemos e aqui vai o dialogo:
"-Onde é que vão"
"-Se querem ir á casa de banho só tem de perguntar"
"-O que estavam ai os meninos a fazer?" (dentro da casa de banho)
E outra é que a guarda não deixa ninguém estar em B temos de estar em w, ou seja, se tivermos a um metro do poste ou dos nossos colegas, temos de ir para ao pé deles, e podemos estar a uma passo, temos de nos encafuar, ficar a suar todos, uns em cima dos outros, porque temos de estar todos juntos, ridiculo. Uma ditadura ao ar livre.
 Depois são poltronas douradas, vasões da Vista Alegre, um chique, como diria uma personagem dos mais,  no entanto não tem uma porcaria de um elevador, e a porta de aceso a um dos (456884) corredores que lá exitem, tem lá uma porta que é muita fina e muito alta, ou seja para uma cambada de pitos passar é impossivel.
Depois são as regras lá impostas, primeiro devem pensar que somos da Aldeia, sim porque só não levamos um corta relva, uma moto-serra, uma marrete e talvez uma escadas de madeira também, porque disseram que tinhamos tudo, desde facas, a canivetes (é dos suiços temos  aí desculpa, eles lá não gostam muito da Suiça), facas, e acjho que acido sulfurico dizia uma boca muito largada muito peluda.
 Já para o final quase quase a entrar para a tourada politica, as regaras passavam por:
Não beber água.
Não cuspir.
Não mandar qualquer tipo de calçado.
Não falar.
Não levantar.
Até que alguém perguntou se podiamos respirar, no entando depois de uma longa hora á espera, tivemos lá imenso tempo, aprendemos e crescemos muito, muito, tivemos lá três minutos e viemos embora. Trés minutos em que vimos deputaods na mais ardua labuta, no facebook a ver fotos na neve, no hi5, no msn e por ai...Triste não é?
"Melhor visita! Melhor amigo! Melhor amiga! Aquele parlamento! Aquela guarda! C*! Coqu*! And*!4ever, 4ever, 4ever,! Lisboa melhor dia! Melhor pessoal! amovo-os!"
- A parte a itálico só alguns percebem, e talvez foi o que na verdade ainda nos fez rir no meio de tanto pranto! -.-

- Parabéns G. :)

a foto não tem nada a ver.

1 comentário:

Gugazzx disse...

AHAHAHAHAHA #
bem , adorei e ri-me imenso com isto .

que guardas HORRIVEIS , parvos !
tu é que fizeste bem , mijaste aquilo tudo : BEM-FEITO ! ..

obrigado Simão (:

abração .