As dois estados meus em vão
Com a saturação da escrita infinita, as palavras estão roçadas, as frases esbatidas, os versos polidos peloaeloquência e loucura vivida no quinto canto do Mundo, o distante, o descomprometido.A força de nem saber o que irei escrever é ociosa, tudo me soa a ridiculo, a falso, e choramingas, é mais um texto de tuberculose verbal, não importa, é só mais um no Mundo, na vida, no tempo, na paz da cidade, na guerra do campo.
Na podridão, chove e causa tífoide no ar, a febre rebenta nas mãos, os olhos fecham-se, o vento deixa de ter voz, as andorinhas perderam á muito o luto, a campa humedecida ficou pelo tempo.
Solidão no café que fecha, a folha escarlate voou, gostava até de matar-me, com que moral...Amargura.Joio.Universo.Dor.Apelação.Morte.Enfadonho.
A terra morre de fome, o ar não respira, eu já caí, e gostava até de matar-me, e gostava até de matar-me.
Doloroso é não vir Deus, não vir sol ou astro qualquer, insignificante que nunca poderá explicar o coração tão breve.
O múrmurio, foi alguém que tentou gritar no seu espirito mais bravo e desfolhado. E tu não pensas nada!


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