junho 07, 2010
TU.
que dormes à noite nesse teu sonho incrédulo consumido pela miséria e pela tristeza, na cama de mágoa, sobre telhados de prantos.
TU.
que nunca descobri quem eras, que nunca havia passado um unico dia contigo, nem no Natal, nem em Março, nem nos teus anos.
TU.
que inventas bonecos e histórias de livros nunca antes lidos, aquilo que vês, acaba por ser aquilo que eu inesperadamente e ignorantemente consumo, consumo como droga, aliás droga és tu, que ao final de seis meses ainda estou de ressaca, da tua ressaca.
TU.
que dormes, já sem noite, já sem sonho, já sem cama, já sem telhados, já sem MIM.
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