julho 06, 2010

Idem. Idem. Idem
 Saiste, mas não foi uma saída por completo das nossas vida, saiste, mas voltas certamente, porque eu já te conheço, á dez anos. Meu Deus á dez anos que me aturas, e que tanta paciencia tinhas e tens, porque não morreste e ainda bem. Sim é verdade, foste uma pessoa que me me marcou completamente, pelas atitudes, pelas brincadeiras que eu tão pouca paciencia tinha, mas lá no fundo eu bem as entendia, era o teu feitio, a tua forma de ser, não era uma estranha forma de vida, mas era tua, e só por isso já tinhas o meu respeito.  Apesar das confusões, desacatos, dores de cabeça, eu considero-te uma pessoa totalmente adicionada na minha vida, a cem por cento sem dúvida, um homem que mudou uma casa, e uma casa que mudou um homem, á sua maneira, limando isto ou aquilo.
  E agora aguardo, aguardo na ânsia de voltar a estar tudo bem, daquela forma que hoje te expliquei, aguardo por voltares a fazer chorar de alegria, aquela pessoa que tanto gostamos, e aguardo por ti, não sei quando, nem sei bem onde, ou sob os trópicos ou entre os campos, um dia verei isso com racionalidade.
 "Não faço mais planos!" dizia-me ela, e ainda hoje diz, e faz bem, ela espera pelo fado assim como eu o também o espero, mas apartir de agora o fado pos-se em segundo lugar, porque a nossa primeira espera agora és tu.

Um grande homem, mas acima de tudo um grande amigo.

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