agosto 11, 2010

E se...
O Mundo fosse à capella? Sem o suave cantar dos pássaros, a rudez dos automóveis, o chilrreal de um colibri, sem nada, apenas ouvirmos o Homem, nada mais. Nesta visão "à capellista" do nosso ser, prova ainda mais o egoísmo humano, a incompreensão nossa para com o que achamos inferior a nós, uma parvoice é facto, porque na realidade o natureza, e tudo o que compunha o Mundo antes da nossa chegada é muito mais superior que seis biliões de gente comum, cada qual, banal, indiferente, tudo igual, sem cor, desfocados, lugúbres.
 Mas sim é facto vivemos um bocado à capella todos, nunca ouvimos o que nos poderia ser util, nunca ouvimos a Mãe*, temos o tempo cada vez mais trocado, a temperatura sobe e desce, o aquecimento global, uma das muitas situações "à capellistas" de hoje. A máquina, que nós próprios inventamos, e que graças a ela, o desemprego sobe, a mão de obra não é necessária, ela faz tudo, uma coisa que nasceu de nós que por um lado nos destroí, que hoje faz com que muita gente fique mais pobre, que perca a sua maior riqueza: o emprego!

mãe* - mãe natureza


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