Ajuda.
Gosto de a dar, oferecer sem nada em troca, é simples, mas é das coisas mais elaboradas que posso fazer, aliás acho que é das coisas que admito que sei bem fazer, aliás acho que sei melhor ajudar alguém, no que pegar numa esfregona ou fritar um ovo, porque na minha visão, podemos estar num chão limpissimo mas se o Mundo nos estiver a cair em cima de nada nos vale o dito brilho do terreno, a ajuda limpa, a Ajuda é a melhor esfregona ou pano que alguém pode ter, limpa e limpa-nos acima de tudo, a questão do ovo já é outra, é tão importante para um hemfíilico ovos como para um comum mortal a ajuda...
A sério, não estou nem de rastos, nem em altas, estou amenizado, de temperamento brando, porque?
Porque neste preciso momento ajudei uma situação e sei que não irei pedir nada em troca, que não esperarei por nada de volta, porque eu não quero, não é que a pessoa não mo possa dar.
É bom ajudar, é bom sentir que se é útil, que se é preciso.
Ajudar é para mim como a inha rua, conheço-a bem, cada porta, cada vaso, cada pessoa, já me é familiar. Ser ajudado para mim é como o mar, conheço, podia conhecer melhor, mas não quero, não gosto, não por orgulho, mais por individualismo, mais por nacionalismo e imperialismo de mim mesmo, o Eu que Ajuda e que não quer ser Ajudado.


Sem comentários:
Enviar um comentário