fevereiro 26, 2012


Carta à mãe.
 Mãe,
Acho que hoje te vou escrever a coisa mais sincera que alguma vez te pude dizer, bem, aliás a coisa mais sincera que nunca te fui capaz de dizer frente a frente.
 Não sei ao certo por onde começar, sei que a minha cabeça está uma autêntica confusão com este texto porque me surgem centenas de elogios para te dar e milhares de frases que te quero transmitir.
 Amo-te, tem quatro letras, é uma palavra bonita, é simples de dizer e é daquelas que escrita numa parede de um prédio nunca fica mal porque a ideia que dá a passar é muito superior a qualquer graffiti ou borrão escrito pelas ruas e com isto tudo... Quantas vezes te disse eu essa palavra? Sabe-las?
 Fiz muita coisa ao longo deste tempo que gostaste outras que gostaste menos, mas acho que apesar de tudo sempre me encaraste com um sorriso e hoje te agradeço isso porque muitas vezes acho que sou aspero, seco, desligado da tua realidade, mas a minha realidade está sempre ligada à tua só que por vezes eu tenho de voar um bocado daqui, estou sempre à espera de um pouco de vento para levitar para me ausentar daqui, sabes bem que odeio rotinas.
 Bem, quero-te agradecer pela forma como me criaste, por tudo o que fizeste desde o dia oito de Dezembro de 1993 porque agora sei que foi tudo a pensar em mim, só em mim, e toda a gente diz que a maior paixão que tu tens sou eu, sempre fui eu, e serei para sempre eu, e sabes que eu não acrefito nessa palavra no "para sempre" mas contigo qualquer atmosfera ou estado se torna infinito, e sim, quando não estás presente fazes-me falta eu é que ás vezes é que me tento mentalizar que não e não, mas tenho sempre uma pequena porção em mim que diz que sim, que me fazes falta, que sinto saudades tuas e essa pequena porção alastra-se como água pelo corpo todo, água mãe já viste? és água para mim, sem ela não consigo mesmo sobreviver.
 Sei que sabes que sou o teu futuro, sei que sabes que sou o teu orgulho, e sei que há muita coisa que não sabes sobre mim porque e sou mesmo assim, falo muito, rio muito mas pouco falo de mim, é o meu feitio e eu sinto-me bem assim.
 Não somos ambos futéis, onde apnas nos damos bem no exterior em viagens ou em publico, nós damo-nos bem à noss maneira que é estranha para os outros porque não a entendem e nunca vão entender, isto porque o amor de uma mãe apenas é entendido sinal pelo filho é um daqueles dons maravilhosos que existe e que é como a palavra "amo-te" é simples e é tão bom.
  Obrigado por tudo mãe, sabes que estou sempre a olhar por ti e daí mesmo até viver naquela torre da qual tu adoras a vista, ah, e mais uma coisa, sempre porcurei um heroí mas ele esteve sempre comigo és tu, o meu heroí, a minha heroína és tudo, mas nesta luta nem Deus sabe para que luto, lá está guardo para mim para manter tudo em original, em inédito e por agora vou ter de partir com as aves.

Obrigado mãe.
Amo-te mãe.
Para sempre...Mãe <3

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