outubro 01, 2012

Ainda me metes tanta confusão como há uns tempos atrás.
Ontem por umas razões, hoje por outras-
Desculpa se não consigo ser tão forte como tu e te querer junto a mim, desculpa, digo sempre que não volta a acontecer mas dou sempre por mim a pensar em ti ou a recordar algo de ti, qualquer coisa que tenha a ver contigo faz me estremecer.
 Vês o quanto me marcaste? Já eu sou te indiferente, esquecido, vencido o que queiras sou te qualquer coisa à qual não te tratas coisas boas... Ao menos se te conseguisse por um sorriso na cara quando pensas em mim, aliás tu nem pensas em mim, acho que a tua indiferença é tal para o que houve que já nem pensas. Para ti o teu/meu passado não existiu, não se passou nem se passa absolutamente nada, agora somos dois estranhos um para o outro.
 Acho que chegámos mesmo ao fim da linha, chegaste tu, porque eu vou continuar a fazer essa mesma linha à medida que vou andando para que tu talvez um dia lá queiras chegar também.

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