Não és ilusão és desilusão.
Já desisti de saber o teu nome, de me afagar em memórias que metam a tua presença, o passado é como vidro martelado tem-se apenas uma ideia nitida dele, e é o que eu tenho hoje de ti, hoje não estarei errado, largaste-me mesmo a mão,e agora vais indo, e indo.
Porque desta vez eu vou-me controlar, e nao digo mais nada, vou calar-me para sempre, no inutil silêncio, e acordar numa manhã submersa em que bom é o animal que mata, e mau é o Homem que vive.


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