Todos usamos máscaras, durante o dia, á noite, no trabalho, quando estamos aqui ou ali, quando estamos com alguém é inevitável não usar, é quase como querer parecer algo que não somos, e é, é quase como nos querermos camuflar da realidade que temos á nossa volta que pode ser a preto e branco, sépia, azulada, rúbia, e com a dita máscara pintamos o nosso quadro, a vida, das cores que nós bem queremos que sejam, um tanto verde, ou algo mais para o dourado, cores, depende das máscaras, depende das pessoas que as usam.
A certa altura nem mesmo as melhores conseguem aguentar por muito tempo, e quando elas caem é como bem parecer uma cortina num teatro, antes existiam aplausos, mal o pano desce, a audiência vai-se, as luzes apagam-se, as palmas extinguem-se.
E tudo termina, e tudo se vai.
Tenho saudades de ti, de mim, de nós.


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