dezembro 01, 2011

Vivemos agarrados de mais ao passado, ao ponto de ele próprio se querer livrar de nós.

6 comentários:

Anónimo disse...

Passava amor su arco desarmado
pé ante pé cruzava o céu deserto
deixavame ya atrás, muy descuidado


minhas pernas cansadas já se acosturmaram
fortuna, de embidiosa, dixo luego:
esperando-te em qualquer lugar pela manhã


ay, prados, bosques, salvas que criastes
corro com o vento, irei eu também
tan libre coraçón como era mío


ainda hoje nos separaremos
porqué tan grande mal no lo estorvastes?
porque saberei encontrar-te sempre.

O-estilo-da-avozinha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Letra-Portugueza disse...

quem és anónimo?

Anónimo disse...

penso q não seja uma pergunta com dificil resposta...

Letra-Portugueza disse...

Então se não é, que tal dizeres quem és?
Muito mais fácil não?

Letra-Portugueza disse...

A cobardia ou a falta de caracter é te muito acentuada... Anónimo