A pretensão.
Pretendo alguma coisa, não sei bem o que, olho à minha volta e tenho tudo, não tenho preocupações; Logo não posso procurar algo excêntrico, leviano, boémio.
Comecei na procura de coisas simples, abraços, beijos, conversas, aquelas coisas simples que ocorrem no dia a dia e que são importantes, eu sei que o que acabei de dizer não é nenhuma novidade, todos sabemos isso, e quantos fazemos? Por dia quantos abraços damos? Quantos beijos recebemos? Aliás, quantas mensagens a dizer "bom dia :)" recebemos? São essas coisas que nos enchem sem sequer nos apercebermos disso, porque vivemos tão ligados a coisas que julgamos mais importantes, sei lá, dinheiro, será que ele nos dá um abraço? E roupas será que são elas que nos vão dar um beijo sem estarmos minimamente à espera? E as mensagens de "bom dia :)" são agências de viagens, que prometem Cuba sem se ver o comunismo, que nos vão mandar a dita sms?
Não são, são as pessoas, somos nós, que temos o poder de encher o dia uns aos outros, e não aquilo que inventamos para nos sentirmos mais confortáveis.
Eu sinceramente posso não saber muito da vida, até mesmo pela idade que tenho, mas caraças, quando estou sozinho é que penso nestas coisas e porque?
Porque quando estou sozinho não tenho nem abraços, nem beijos, nem as ditas mensagens, tenho sim, todas aquelas coisas supérfluas mas que não me podem dar esse conforto humano, dão-me, sim, conforto material, mas isso não chega, quero mais, quero coisas mais simples, quero essas coisas que se calhar até me fazem mesmo falta e enquanto deambulo na rua em bebedeiras de pensamentos não penso nela, mas quando estou sozinho, isso aí tudo muda de figura, tudo se altera, é como se os pólos do meu próprio mundo se invertem-se e causassem uma autentica baralhada em mim, é como vento do deserto que levanta toda aquela poeira que só acalma quando ele quer, possivelmente, até ele tem os seus abraços, os seus beijos, as suas mensagens quando começa a abrandar todo aquele reboliço.
Pretendo alguma coisa, não sei bem o que, olho à minha volta e tenho tudo, não tenho preocupações; Logo não posso procurar algo excêntrico, leviano, boémio.
Comecei na procura de coisas simples, abraços, beijos, conversas, aquelas coisas simples que ocorrem no dia a dia e que são importantes, eu sei que o que acabei de dizer não é nenhuma novidade, todos sabemos isso, e quantos fazemos? Por dia quantos abraços damos? Quantos beijos recebemos? Aliás, quantas mensagens a dizer "bom dia :)" recebemos? São essas coisas que nos enchem sem sequer nos apercebermos disso, porque vivemos tão ligados a coisas que julgamos mais importantes, sei lá, dinheiro, será que ele nos dá um abraço? E roupas será que são elas que nos vão dar um beijo sem estarmos minimamente à espera? E as mensagens de "bom dia :)" são agências de viagens, que prometem Cuba sem se ver o comunismo, que nos vão mandar a dita sms?
Não são, são as pessoas, somos nós, que temos o poder de encher o dia uns aos outros, e não aquilo que inventamos para nos sentirmos mais confortáveis.
Eu sinceramente posso não saber muito da vida, até mesmo pela idade que tenho, mas caraças, quando estou sozinho é que penso nestas coisas e porque?
Porque quando estou sozinho não tenho nem abraços, nem beijos, nem as ditas mensagens, tenho sim, todas aquelas coisas supérfluas mas que não me podem dar esse conforto humano, dão-me, sim, conforto material, mas isso não chega, quero mais, quero coisas mais simples, quero essas coisas que se calhar até me fazem mesmo falta e enquanto deambulo na rua em bebedeiras de pensamentos não penso nela, mas quando estou sozinho, isso aí tudo muda de figura, tudo se altera, é como se os pólos do meu próprio mundo se invertem-se e causassem uma autentica baralhada em mim, é como vento do deserto que levanta toda aquela poeira que só acalma quando ele quer, possivelmente, até ele tem os seus abraços, os seus beijos, as suas mensagens quando começa a abrandar todo aquele reboliço.

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