Quando estavas presente fazias-me medo, fazias-me criar círculos que problemas, que não se resolviam por isso mesmo: por serem círculos, e tu me fazeres andar ali em seu torno. Torno. Torno.
Existem dias em que penso que voltas, e juro-te que só me dá vontade de pôr o resto das tuas coisas, ou memórias que me fazem vassilar, fora de portas, para bem longe, acreditas que já houve um dia em que te queria amarrar a um cavalo e fazer-te arrastar pelo chão até sangrares, aliás, até sair toda essa purga que tens dentro de ti, tu tens o mal dentro de ti, acho que o Diabo se te visse, tinha inveja de ti, mas nem ele te quer não é? Mas alguém quer uma coisa como tu? Só fazes mal às pessoas, magoas, prende-as ao passado, bem, tu até as consegues fazer prender ao presente, que se devia ser uma dádiva até porque se chama assim.
Mas não, não, tu moeis, massas, ás vezes julgo-te aprendiz de padaria, amassas, pões no forno, tu queimas quando por aqui deambulas, tu dás-me vontade de morrer, tu, sim tu, sensação estranha que é mais conhecida por Insegurança, como é que uma palavra tão "In" que devia ser uma coisa boa, por ser "in" concentra em si tanto medo?
Aguardo uma resposta,
Os meus sinceros e Seguros cumprimentos.
Eco.


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