Hoje não consigo dormir... Tenho saudades tuas, a sério e estou sério e sério de mim me encontro, enquanto escrevo não leio o que digo, nem vale a pena porque como os outros textos este é mais um perdido, sem sentido ou ponta por onde se pegue, enfim. Devaneios.
Devaneios que por pouco coerentes ou concretos que sejam, são meus e isso eu prezo, são meus e o que é meu, está numa caixinha de metal com um barco cravado, barco esse que em noites brancas me levava até ti, em todo o seu esplendor. Mas isso era nas noites em que eu sonhava, em que eu ainda conseguia dormir descansado, não é que a consciencia me pese, porque não pense, acho que é mesmo a própria leveza do alivio que se levanta em mim como vento do deserto.
Realidade esta em que o barco já não me leva até ti, nem a merda da música estúpida e idiota se reflecta na parede com a tua silhueta, eu sei que já estou a parvar, mas do que vale? Ninguém lê isto, logo escrevo o que me apetecer, mando foder quem eu quiser, eu para a merda quem me apetecer, ninguém lê isto logo não deixa também de ser ironico eu por em vez de comentários, atenções, é estupido, tão estupido como tu nunca mais apareceres em silhueta na minha parede e já lá vão anos a fio, ou sem fio, porque já perdi a ponta ao novelo.
Já estou a ficar com sono,o que me puxa para o mau humor (tipico) logo vou procurar uma imagem qualquer, porque a principio ainda pensei escrever um texto rebordado a dourado e seda, dos tipicos meus, daqueles que já ninguém aguenta, ou lê mas no entanto todos me dizem: "escreves bem", com a seda faço um pijama com o dourado pinto a maçaneta da minha porta. PUM BASTA!
Logo, em relação á imagem vai a primeira foleirada qe aparecer, porque a principio ia procurar uma bonita caixinha de música ou uma senhora deitada sobre o campo, isso também era na altura em que o barco atracava junto ao meu porto, á minha caixinha de música.
Devaneios que por pouco coerentes ou concretos que sejam, são meus e isso eu prezo, são meus e o que é meu, está numa caixinha de metal com um barco cravado, barco esse que em noites brancas me levava até ti, em todo o seu esplendor. Mas isso era nas noites em que eu sonhava, em que eu ainda conseguia dormir descansado, não é que a consciencia me pese, porque não pense, acho que é mesmo a própria leveza do alivio que se levanta em mim como vento do deserto.
Realidade esta em que o barco já não me leva até ti, nem a merda da música estúpida e idiota se reflecta na parede com a tua silhueta, eu sei que já estou a parvar, mas do que vale? Ninguém lê isto, logo escrevo o que me apetecer, mando foder quem eu quiser, eu para a merda quem me apetecer, ninguém lê isto logo não deixa também de ser ironico eu por em vez de comentários, atenções, é estupido, tão estupido como tu nunca mais apareceres em silhueta na minha parede e já lá vão anos a fio, ou sem fio, porque já perdi a ponta ao novelo.
Já estou a ficar com sono,o que me puxa para o mau humor (tipico) logo vou procurar uma imagem qualquer, porque a principio ainda pensei escrever um texto rebordado a dourado e seda, dos tipicos meus, daqueles que já ninguém aguenta, ou lê mas no entanto todos me dizem: "escreves bem", com a seda faço um pijama com o dourado pinto a maçaneta da minha porta. PUM BASTA!
Logo, em relação á imagem vai a primeira foleirada qe aparecer, porque a principio ia procurar uma bonita caixinha de música ou uma senhora deitada sobre o campo, isso também era na altura em que o barco atracava junto ao meu porto, á minha caixinha de música.


1 comentário:
Eu leio.
Enviar um comentário